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FACÇÃO

Ativa

Sentinelas-da-Noite

Tribo (Thiren — linhagem caprina)

Durma à noite, e o Horror Noturno ainda encontra o sonho. Por isso vigiamos — cada casa, cada cama, cada amanhecer.
Nas próprias palavras
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  1. 01Visão Geral
  2. 02Origem & História
  3. 03Missão & Operações
  4. 04Liderança
  5. 05Membros Notáveis
  6. 06Relações
  7. 07Sede & Alcance
  8. 08Eventos Notáveis
  9. 09Na História

Capítulo 01

Visão Geral

Os Sentinelas-da-Noite são uma tribo que vive nos arredores de Nova Eridu, com forte indicação de habitarem o Anel Externo. Todos os membros vistos em registro até agora são Thiren caprinos, e a tribo organiza todo o ritmo cotidiano em torno de um único fato ancestral: a noite é perigosa, e alguém da casa sempre tem de estar acordado.

Capítulo 02

Origem & História

O evento fundador dos Sentinelas-da-Noite foi uma longa batalha de seus ancestrais contra um Etéreo poderoso conhecido como Horror Noturno. Duas versões sobreviveram.

Na primeira, os antepassados da tribo bateram-se contra o Horror Noturno por dias. Pouco antes de cair, ele soltou uma última onda de poder que amaldiçoou os Sentinelas-da-Noite a sonhar com ele sempre que dormissem à noite — sonho que os levaria, sonâmbulos, para dentro de Ocos, onde despertariam por um instante e então se tornariam Etéreos. A mesma maldição lhes deu um dom não intencional: agora os Etéreos os percebem como dos seus e os deixam em paz.

Na segunda versão, a tribo perseguiu o Horror Noturno de caso pensado, para tomar seu poder sobre outros Etéreos. Quando veio a onda final, metade da tribo virou Etérea no ato, e a outra metade teve de derrubá-los. Só esse sacrifício convenceu o Oco a reconhecê-los, e só então a maldição-dom assentou sobre os sobreviventes.

De um jeito ou de outro, a conclusão é a mesma. Os Sentinelas-da-Noite vivem em ritmo noturno desde então.

Capítulo 03

Missão & Operações

  • Vigília sobre quem dorme. Se um Sentinela-da-Noite adormece à noite, os familiares montam vigília até o amanhecer — rotina doméstica menos parecida com um costume e mais com um protocolo de sobrevivência.
  • Defesa contra Etéreos. A tribo guarda uma única arma sobrevivente da guerra contra o Horror Noturno: um cajado capaz de invocar ilusões de Etéreos e imitar suas habilidades. Por décadas, sucessivas lideranças o usaram para afastar Etéreos e proteger a tribo de incidentes Ocos.

Capítulo 04

Liderança

  • Chefe não nomeado — atual líder da tribo; quem confiou o cajado ancestral à sua portadora atual.

Capítulo 05

Membros Notáveis

  • Lucia Elowen — atual portadora do cajado ancestral, recebido das mãos do chefe.
  • Kieran — integrante da tribo.
  • Ah-Deh — integrante da tribo.
  • A avó de Lucia — anciã da linhagem, guardiã da memória.

Capítulo 06

Relações

  • Paridade ambígua com:

    Etéreos, que reconhecem os Sentinelas-da-Noite como dos seus por causa da maldição de despedida do Horror Noturno.
  • Adversários:

    o próprio Horror Noturno, vencido na lenda mas ainda vivo dentro do pesadelo de cada Sentinela-da-Noite.
  • Esfera de contato:

    os Ocos dentro e em torno do Anel Externo, para onde os amaldiçoados caminham sonâmbulos.

Capítulo 07

Sede & Alcance

Os Sentinelas-da-Noite vivem nos arredores de Nova Eridu. Sua pegada fica na costura em que a cidade deixa de proteger e o ermo — com sua proximidade Oca — começa.

Capítulo 08

Eventos Notáveis

  • A batalha original contra o Horror Noturno — guerra que produziu maldição, dom e cajado.
  • Costume geracional de vigília — a prática familiar de manter alguém acordado durante a noite.
  • Transmissão do cajado ancestral a Lucia Elowen, pelas mãos do chefe.

Capítulo 09

Na História

Nos arquivos do presente, os Sentinelas-da-Noite funcionam como uma civilização periférica que sabe algo que as instituições de Nova Eridu ainda tratam como teoria: que Etéreos, Ocos e o corpo humano (ou quase-humano) compartilham um contínuo que a medicina comum não interrompe, e que alguém tem de estar acordado quando o resto da casa não está. Aparecem com mais frequência pela mão de Lucia Elowen, cujo cajado é, tecnicamente, a arma sobrevivente de uma guerra lendária — e, na prática, o único objeto nos arredores de Nova Eridu que vem conversando, há tantas gerações, na língua dos Etéreos.