EVENTO
Passagem do Tempo: Uma Década do Templo Suibian
Mini-Arco Permanente / Projeto de Restauração
Onze anos de poeira nas vigas, e um Proxy com uma vassoura.
Pular para capítulo…8
Capítulo 01
Visão Geral
Um projeto de restauração de longa duração ancorado na Península de Waifei, no qual Phaethon recebe as chaves do Templo Suibian e é convidado a trazer onze anos de declínio de volta à luz. O que à primeira vista parece zelo silencioso — varrer salões, remendar paredes, pendurar lanternas novas — vira a reabertura paciente de um santuário que a linhagem Yunkui havia praticamente dado por encerrado.
Capítulo 02
Premissa
Depois do mergulho da Temporada 2 na Península de Waifei, o códice entrega a Phaethon um longo arquivo intitulado Projeto de Restauração do Templo Suibian. O local está fechado desde que a melancolia da última década se instalou: telhas faltando, a oficina fria, os pomares tomados pelo mato, os selos de proteção espirituais apagados. Com o projeto liberado, Phaethon recebe autoridade contínua de supervisão — pesquisar produtos nas bancadas antigas da oficina, fabricá-los e vendê-los na loja reaberta do templo, e despachar Bangboo em incursões pelos arredores.
Capítulo 03
Sinopse da Trama
A restauração é estruturada como uma subida lenta e deliberada de volta à glória. Cada fase devolve outra ala do templo ao funcionamento — as cozinhas, a oficina, os pátios, as trilhas espirituais. À medida que a reputação do templo sobe, os discípulos do Yunkui que entram e saem da Associação de Investigação Oca voltam a tratar o lugar como posto avançado de verdade, e moradores espalhados por Nova Eridu começam a perceber que o antigo ponto de adivinhação deixou de ser curiosidade e voltou a ser, de fato, um lugar. O Pássaro Mochi pousa de novo nos beirais; o bambu sussurra; e a lanterna dos Mil Desejos volta a ser pendurada no pátio central pela primeira vez em anos.
Capítulo 04
Agentes Destacados
- Phaethon — administrador designado da restauração; conduz oficina, loja e despacho.
- Yixuan — 13ª Alta Preceptora do Cume Yunkui; autoridade da linhagem por trás do retorno do templo.
- Discípulos do Cume Yunkui — Banyue, Ju Fufu, Pan Yinhu e Ye Shunguang circulam pelo projeto conforme ele recompõe a equipe.
- Equipe Bangboo — despachados em aventuras pelas encostas da península, retornando com matérias-primas.
Capítulo 05
Cenário
O Templo Suibian, no alto da Península de Waifei acima de Nova Eridu, é a sede espiritual da seita do Cume Yunkui. Os terrenos vão do pátio onde Yixuan mantinha sua banca de adivinhação até a oficina, o depósito e as trilhas externas que os Bangboo agora exploram. A restauração avança por essas salas em sequência.
Capítulo 06
Eventos-Chave
- O Proxy conclui a comissão da Temporada 2 Projeto de Restauração do Templo Suibian e recebe administração de longo prazo.
- A oficina reabre; o primeiro lote de produtos Suibian é pesquisado, fabricado e posto à venda.
- Bangboo são designados a aventuras externas, voltando com matérias-primas das encostas de Waifei.
- Os níveis de restauração sobem em etapas — cozinhas, depois salões, depois pomares — cada um liberando novos acessórios, o cartão Mil Desejos do Amanhecer e ornamentos como Sussurros de Tinta de Bambu e o Poleiro do Pássaro Mochi.
- A gestão automática é autorizada no nível 35, com até vinte horas seguidas de operação sem supervisão; no nível 45, o templo praticamente se mantém sozinho entre as visitas de Phaethon.
- Os discípulos Yunkui alocados na Associação retomam peregrinações regulares ao local, tratando-o de novo como posto ativo da seita.
Capítulo 07
Desdobramentos
A restauração é tratada como permanente — sem data de encerramento, sem retrocesso. Uma vez revivido, o Templo Suibian permanece no códice como instalação ativa, extensão funcional do Cume Yunkui no lado público do mapa espiritual de Nova Eridu.
Capítulo 08
Significado
Por dez anos o templo existiu apenas como ponto de adivinhação na memória da cidade. Este projeto é o instante em que essa memória é reescrita — o Cume Yunkui deixa de ser algo do qual Yixuan desce em segredo e volta a ser um lugar que o público visita, sustenta e trata como parte da paisagem viva de Nova Eridu. É também a confirmação, pelo códice, de que o Proxy passou a operar dentro da confiança da seita, e não apenas ao seu lado.